A ansiedade que aparece na mesma hora
A dela aparece quando o marido sai para trabalhar. A conversa vai perguntando, e aparece uma coisa antiga, que deixou ela desconfiada de todo mundo.
com o Dr. Henrique Noronha
E origem se investiga.
Agendar minha consultaMédico · CRM-SP 202999
Brigar com o pensamento não resolve
O peso que você carrega sem ser seu
A ansiedade entra como sinal, e o sinal não diz de onde ele vem.
A dela aparece quando o marido sai para trabalhar. A conversa vai perguntando, e aparece uma coisa antiga, que deixou ela desconfiada de todo mundo.
Ele chama a falta de foco de indisciplina. De perto, tem uma preocupação séria de dinheiro ocupando a mente o dia inteiro.
Mesma queixa, origens completamente diferentes.
São padrões do consultório, não diagnóstico de ninguém. Cada um aponta para longe de onde a pessoa supôs.
Você fechou o celular de madrugada com um nome para o que sente. O nome alivia, e fecha a pergunta: ninguém vai atrás de onde aquilo veio.
A ansiedade e o pavio curto podem ter começado juntos. O que abre isso é a data: o que mais apareceu por perto no mesmo ano.
Controle desse tamanho nasce de uma época em que soltar saiu caro. A época passou, e o aprendizado continuou no mesmo volume.
O medo de quem marca é sair de lá só com uma sensação. O encontro aqui tem sequência.
É a pergunta que faz aparecer o que você nem sabia que estava ali.
A conversa aprofunda até a origem daquilo que te trouxe, e no que se repete desde então.
O nome que ele dá ao encontro. Não é questionário: é a sua história lida com você.
Ele diz ali mesmo o que dá para trabalhar, por qual caminho, e a continuidade já sai marcada.
Muita gente adia por causa de uma frase: eu vou sair de lá com receita. Medicamento nunca foi a primeira opção dele, e ele é médico.
E ele prescreve: no quadro agudo o medicamento entra, porque é ele que devolve o chão para trabalhar o resto.
A decisão sobre remédio vem depois, com o motivo dito na sua frente.
Nada nesta página é orientação para começar ou parar medicação por conta própria. Isso se decide na consulta, com o seu médico.
Você adia porque acha que tratar o emocional é entrar para sempre, sem saber nem o que combinar.
O objetivo dele é dar alta, e o motivo é dinheiro: ele vive de indicação, e quem sai bem manda mais gente.
E os dois ficam combinados já no primeiro dia: o objetivo, e a data de revisão.
Tem quem tema ser caso perdido, e quem tema ser caso pequeno. O critério dele não é gravidade.
Ele precisa conseguir construir uma conversa com você. É dela que o trabalho sai.
Aquilo que te trouxe precisa ter uma origem em que dê para mexer.
Quando a condução certa é outra, ele te encaminha logo na primeira conversa.
Médico, CRM-SP 202999, com formação em hipnoterapia. Atende saúde emocional no Instituto Evollution, em Alphaville, Barueri.
Ele fugiu por anos da área da medicina que trata ansiedade. Ele mesmo passou por ela na adolescência.
Ter se tratado o trouxe de volta: quando viu que aquilo tinha origem, a área que ele evitava virou a que ele escolheu.
“Os sintomas são parecidos, mas as raízes, as origens são diferentes.”
Aqui você senta na frente de quem já esteve no seu lugar.
Você bateu a meta, entregou o projeto, e aquilo durou pouco. Em volta está tudo certo, e é justamente isso que tranca.
Uma hora a pessoa diz: eu tenho tudo para estar bem, mas não consigo me sentir bem. Isso é a descrição de um sintoma, e sintoma tem origem.
O atendimento é presencial.
Av. Copacabana, 190, 6º andar, Edifício Lazulli
Empresarial 18 do Forte, Alphaville, Barueri, SP, 06472-001
Segunda a sexta, das 8h30 às 18h
Atendimento particular
Ela tem uma sequência. O Dr. Henrique pergunta, e vai perguntando, até a conversa chegar na origem daquilo que te trouxe: o que ficou de uma época, que significado se instalou ali e o que se repete desde então. Esse encontro inteiro ele chama de mapeamento emocional. Ali mesmo ele diz o que dá para trabalhar e por qual caminho, e a continuidade já fica marcada. Você sai com o seu caso mapeado e com um plano definido.
Medicamento nunca foi a primeira opção dele. Ele prescreve quando o quadro está agudo, quando a pessoa não está conseguindo tocar o próprio dia, porque é o que devolve o chão para ela conseguir trabalhar o resto. O que vem antes de qualquer decisão é o mapeamento, e a decisão sobre remédio vem depois, com o motivo dito na sua frente. Nada nesta página é orientação para começar ou parar medicação por conta própria.
O objetivo sai combinado no primeiro dia, e a data de olhar para ele também. Ele não trabalha com promessa de resultado e não diz de antemão quanto tempo o seu caso leva, porque cada pessoa responde de um jeito. O que existe é um objetivo declarado, uma data para revisar e uma conversa que tem direção.
O critério dele não é gravidade. Ele precisa conseguir construir uma conversa com você, e aquilo que te trouxe precisa ter uma raiz que dê para reprogramar. Tem coisa que responde muito bem a isso, e tem coisa que pede outro tipo de condução, com outro profissional. Quando é esse o caso, ele encaminha. Quem responde essa pergunta é a primeira conversa.
Não. A queixa que você contaria na porta é a primeira frase, e o que sustenta ela costuma estar numa parte da sua história que você nem pensaria em contar. Descobrir isso é o trabalho da consulta, não um pré-requisito dela.